Lefkowitz é pesquisador do Instituto Médico Howard Hughes e do Centro Médico Universitário Duke, de Durham (EUA), e Kobilka da Escola Universitária de Medicina de Stanford (EUA). Os receptores acoplados à proteína G são responsáveis pela identificação dos sinais recebidos através do olfato, sabor ou tato. Também respondem pelas reações do corpo humano a substâncias químicas como a adrenalina, dopamina, histamina e serotonina.
Lefkowitz, informa o site da Fundação Nobel, iniciou suas atividades para encontrar os receptores nas células, em 1968, com o uso de radioatividade. Adicionou isótopo de iodo a vários hormônios e, graças à radiação, conseguiu identificar vários receptores, entre eles o receptor da adrenalina. Após isolar o receptor do interior da célula, a equipe começou a entender como ele funciona.
Outro grande passo foi obtido durante os anos 1980. O recém-chegado Kobilka aceitou o desafio de isolar o gene que codifica o receptor da adrenalina no gigantesco genoma humano. Uma abordagem criativa permitiu-lhe alcançar seu objetivo. Quando a equipe analisou o gene, descobriu que o receptor era semelhante ao que desempenhava a função de captar a luz no olho humano. Imaginaram, então, que existia toda uma família de receptores semelhantes que atuavam da mesma maneira.
Fonte: http://www.quimica.seed.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=743

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